O básico das regras:

Basicamente o Kemet é um jogo de controle de área com bastante conflito entre os envolvidos. Cada jogador representa um Deus egípcio e controla uma cidade – na cidade o jogador pode construir pirâmides (que dão acesso à poderes especiais de acordo com o tipo de pirâmide – dia, noite e batalha – e o nível em que ela está – 1, 2, 3 ou 4), e pode recrutar tropas, que sempre surgem dentro dos muros da cidade. Leia o resto deste post »

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“É surpreendente quanto horror existe no ser humano. Meu trabalho me levou a conhecer o pior, o mais terrível lado da humanidade, a face escondida das mentes distorcidas, o rosto do monstro que reside na psiquê do homem. É um abismo negro, profundo e, aparentemente, sem fim. Mas quis a vida me testar mostrando-me que eu não estava errado, porém havia uma questão de escala: o horror produzido pela humanidade é verdadeiro, contudo também é ínfimo quando comparado ao terror cósmico, alienígena, inominado que habita tanto nos recessos do universo quanto já conheceram nosso planeta como um entre tantos. Nessa escala onde entra o pavor inominável e repulsivo das entranhas do cosmos, a crueldade humana, ainda horrífica para entre os seus, é pálida e limitada. O abismo, infelizmente descobri para o meu eterno pesar e desconsolo, é muito mais profundo.”

Extrato do diário de David Foster.

“Cada vez mais creio que a verdade é algo efêmero, fraco como um pensamento tardio. A verdade é o que os nossos sentidos humanos conseguem captar, ou é uma noção tão vaga e volátil quanto o certo e o errado? A primeira concepção é nitidamente mais concreta, e ainda mais restritiva, tornando o não-visto, o não-escutado, em suma, o não-sentido como inverdadeiro. Parece-me bastante falho tal conceito. Agregar a verdade ao arcabouço dos conceitos, das ideias, torna-a ampla e, ao mesmo tempo, finita ao grupo que a aplica – a verdade para mim pode não ser a mesma que para você, mas essa dicotomia parece-me excluir justamente a própria definição de verdade como algo exato, real. Assim, a que tipo de verdade posso eu aplicar ao que eu vi, àquilo que existe e, ainda assim, não posso explicar completamente, nem compreender em sua totalidade. Poderia tanto horror ser verdade, em qualquer versão dela? Rezo para que não.”

Extrato do diário de Maggie Sterns.

“Quando meus sonhos começaram a se tornarem mais vívidos, eu sabia que havia algo errado, mas não conseguiria dizer o quê. Sabia, no entanto, que estava próximo. Naqueles instantes de confusão após o despertar repentino, enquanto o medo ainda perdurava e o suor ainda escorria, eu comecei a escutar algo além da minha respiração acelerada: o leve ruído de passos no corredor, como se fossem passos de crianças, que se afastava. Mas antes ouvia-os, ínfimos, na escada, depois no corredor e, anteontem, estava na frente da porta de meu quarto e, por Deus, eu estava na hospedaria da Ma! Achei que a perseguição dos passos não me seguiria para fora de minha casa, mas seguiu e me senti ainda mais indefesa. Só que, nesta noite, quando acordei do pesadelo recorrente, os passos tênues novamente se distanciaram e… eu juro, a porta do quarto estava aberta! Não posso mais dormir até isto acabar, de uma maneira ou de outra.”

Extrato do diário de Jenny Baxter.

WITCH OF SALEM – O JOGO

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O básico das regras:

Mice and Mystics é um jogo temático, misturando fantasia medieval e contos de fada, pois nele um grupo de pessoas, fiéis ao Rei, que está sob um feitiço maligno lançado pela pretendente ao trono, Vanestra. O grupo foi feito prisioneiro, quando realizavam um reunião para discutir o que fazer para livrar o reino de Vanestra, e, na cadeia, o mago Maginos valeu-se de um tufo do cabelo de Vanestra para realizar uma transformação mística: todos na cela foram transformados em camundongos! Agora, neste nova forma, eles irão enfrentar perigos – agora ainda maiores – para ajudar o Rei e derrotar Vanestra e os servos desta. Leia o resto deste post »

Olá!

Aviso que as impressões abaixo, como dito, são as primeiras, com base em uma partida em 4 pessoas. Esta resenha será um pouco diferente, pois focarei em várias partes mais em comparações com dois jogos: o Pandemic e o Darkest Night (First edition).

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Darkest Night – resenha

Publicado: 5 de julho de 2018 por Tiago Perretto em Resenha
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O básico das regras:

Darkest Night (First edition) é um jogo cooperativo, com um tema não dos mais inovadores: um Necromante trouxe horrores do mundo dos mortos e tomou quase todas as terras do Reino, quebrando o exército real e escravizando o povo. O único local que ainda resiste é o Monastério, onde os poderes do bem congregam e mantém a influência do Necromante afastada – mas por quanto tempo tal refúgio conseguirá se manter ante os aperto cada vez maior das forças do Necromante? No Monastério agregam-se heróis que aceitaram o desafio de enfrentar o maligno Necromante, seja buscando as chaves que liberaram as fabulosas Relíquias, que são itens de poder sagrado que, se três delas foram reunidas no Monastério, o poder delas será suficiente para banir o Necromante; ou seja lutando contra o feiticeiro em combate direto, derrotando-o. Claro que ambos os caminhos são perigosos, pois a região está sob domínio do Necromante, e seus servos pululam em todos os locais. Leia o resto deste post »

O básico das regras:

Tzolk’in: The Mayan Calendar é um jogo em que os participantes representam tribos maias buscando expandir, desenvolver e agradar aos deuses. A melhor tribo vence.

O jogo tem uma porção de regras, mas o básico é o seguinte:

– Você tem, de início, três trabalhadores;

– A cada turno você deve colocar um ou mais trabalhadores em uma ou mais das rodas ou você deve retirar um ou mais trabalhadores de uma ou mais das rodas. É uma ação obrigatória – se você não tiver mais trabalhadores para colocar, por exemplo, deverá retirar um ou mais; o contrário também é verdadeiro (se não tiver mais trabalhadores para remover, tem que colocar); Leia o resto deste post »

DOOM (com caps lock, como um adolescente animado) é um jogo de 1 contra vários, em que uma pessoa é o Líder dos Invasores e os outros, os soldados. É baseado em cenários, e possui toda aquela qualidade em arte e componentes que espera-se da Fantasy Flight.

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