Posts com Tag ‘Deck building’

Star Realms é um deck building que vem numa caixa pequenina (claro que não cabem as cartas com sleeves) e usa mecânicas bem similares a outras, como aquelas do Ascension: Deckbuilding Game e do Legendary: A Marvel Deck Building Game. Basicamente o esquema é o seguinte: cada jogador usa dinheiro (trade) para adquirir naves ou estações espaciais, e usa combate para atacar o outro. Naves são cartas de uso único que, uma vez usadas, seguem para o descarte. Estações espaciais, quando usadas, ficam na mesa, e em todos os turnos depois o jogador pode-se usar delas para seus efeitos – as bases podem, claro, ser atacadas pelo outro jogador (desse modo, ele não causa dano no outro, exceto caso tenha excesso em seu ataque, mas, ao menos, tira do outro jogador os benefícios das bases).
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Legendary: A Marvel Deck Building Game é um jogo que pouco inova. Vi ali coisas do Ascension: Deckbuilding Game e, claro, do Dominion. Para o DC Comics Deck-Building Game há várias similaridades, porém o desenvolvimento parece ter sido para paralelo. O esquema é o seguinte: todos começam com 4 cartas de tropas da Shield (1 de ataque) e 8 agentes da Shield (1 de recrutamento). Compra-se 6 cartas e com os valores de ataque combate-se os vilões e com o recrutamento, compra-se cartas do QG. Em cada jogo, um vilão principal (o mastermind) e um esquema (o plano maligno). O plano diz como a partida funcionará (quantas cartas de schemes, qual a condição de derrota para os heróis). No seu turno, o jogador começa revelando uma nova carta do baralho de vilões, daí revela, uma carta por vez, aplicando seus efeitos, e, após usar todas, pode recrutar e/ou combater vilões (na ordem que quiser). Pode-se usar quantos efeitos de cartas quiser-se, recrutar quantas cartas de herói quer-se (até, claro, o limite do valor de recrutamento) e derrotar quantos vilões for possível (não há limite de ações nem de compras, como no Dominion – uma similaridade ao funcionamento do DC Comics Deck-Building Game, onde o mesmo aplica-se). As cartas de heróis vão para a pilha de descarte, e os vilões vencidos ficam numa pilha separada (não entram no baralho do jogador, ficam separados até o final da partida, até a contagem dos pontos). (mais…)

O básico das regras:

No A Study in Emerald os participantes dividem-se, secretamente, em dois times: alguns serão legalistas (que desejam manter a ordem das coisas como está ou, ainda, potencializá-la ao provocar uma guerra geral para confirmar e garantir a supremacia dos Antigos) enquanto outros serão os restauracionista (que querem fazer a humanidade tornar a ser dona de si mesma, derrubando os Antigos de seus postos de controle). A dinâmica do jogo é a seguinte: em seu turno o jogador tem duas ações para realizar e com elas ele pode: (mais…)

Texto por Raphael Ligmanowski Carvalho

Mulherada na operação verão fazendo Zumba e liberando os maridos para outras atividades físicas intensas e desafiadoras: bater Fight 1  ou correr Kick Butt  de uma horda de zumbis. O jogo em questão é o Eaten by Zombies! de Max Holliday publicado pela Mayday Games.

O jogo: Eaten by Zombies é um deck building para 2-4 jogadores com o jogo base e de 2-6 com a expansão In Cahoots. A construção do deck acontece durante a partida onde a gestão adequada das cartas é um fator decisivo para o jogador. Cada sobrevivente começa com 12 cartas iguais, que são embaralhadas e separadas em dois, seis cartas formam a mão inicial do jogador e as outras o baralho de compras, a mão, o baralho de compras e a pilha de descartes, formam a safe house do sobrevivente. No centro da mesa colocam-se os escombros do que sobrou após o apocalipse zumbi, que são as cartas que poderão ser adicionadas aos baralhos dos jogadores durante a partida. Por fim é formado o baralho de zumbis (que depende do número de jogadores) e disposto ao alcance de todos.

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Olá!

Aviso que as impressões abaixo, como dito, são as primeiras, com base em uma partida em 2 pessoas.

Star Realms é um deck building que vem numa caixa pequenina (claro que não cabem as cartas com sleeves) e usa mecânicas bem similares a outras, como aquelas do Ascension: Chronicle of the Godslayer e do Legendary: A Marvel Deck Building Game. Basicamente o esquema é o seguinte: cada jogador usa dinheiro (trade) para adquirir naves ou estações espaciais, e usa combate para atacar o outro. Naves são cartas de uso único que, uma vez usadas, seguem para o descarte. Estações espaciais, quando usadas, ficam na mesa, e em todos os turnos depois o jogador pode-se usar delas para seus efeitos – as bases podem, claro, ser atacadas pelo outro jogador (desse modo, ele não causa dano no outro, exceto caso tenha excesso em seu ataque, mas, ao menos, tira do outro jogador os benefícios das bases). (mais…)